sexta-feira, 24 de junho de 2016

Coluna Prestes em Arraias (TO), em 1925

Coluna Prestes em Arraias (TO), em 1925


O que foi

A Coluna Prestes foi um movimento político, liderado por militares, contrário ao governo da República Velha e às elites agrárias. Este movimento ocorreu entre os anos de 1925 e 1927. Teve este nome, pois um dos líderes do movimento foi o capitão Luís Carlos Prestes. 

Causas

A principal causa foi a insatisfação de parte dos militares (tenentismo) com a forma que o Brasil era governado na década de 1920: falta de democracia, fraudes eleitorais, concentração de poder político nas mãos da elite agrária, exploração das camadas mais pobres pelos coronéis (líderes políticos locais).

Objetivos:

- Percorrer grande parte do território brasileiro (principalmente interior), incentivando a população a se rebelar contra o governo e as elites agrárias. O objetivo era derrubar o governo do presidente Arthur Bernardes;

- Implantar o voto secreto e o ensino fundamental obrigatório no Brasil;

- Acabar com a miséria e a injustiça social no Brasil.

Como foi

Os integrantes da Coluna Prestes percorreram cerca de 25 mil quilômetros pelo interior do território brasileiro. O núcleo fixo tinha cerca de 200 homens, porém em vários momentos da caminhada o movimento chegou a contar com cerca de 1400 pessoas (militares e simpatizantes do movimento).

Os integrantes da Coluna Prestes passam e paravam nas cidades. Conversavam com as pessoas e faziam a propaganda contra o governo federal, mostrando as injustiças sociais da época e defendendo reformas políticas e sociais.

O movimento teve inicio na cidade de Alegrete (sul do Rio Grande do Sul) e após dois anos e meio e percorrer 11 estados, terminou dividido. Um grupo foi para a Bolívia, enquanto outro para o Paraguai.

Consequências

Embora não tenha conseguido derrubar o governo, a Coluna Prestes foi um movimento que enfraqueceu politicamente a República Velha, abrindo caminho para a Revolução de 1930 que levou Getúlio Vargas ao poder.

Curiosidades:

- Com o término do Movimento, Luís Carlos Prestes foi estudar marxismo na Bolívia em 1928. Foi morar na União Soviética em 1931. Retornou ao Brasil, de forma clandestina, em dezembro de 1934.

- Com o movimento, Luís Carlos Prestes ganhou o apelido de “Cavaleiro da Esperança”.

- Outro líder importante do movimento foi o militar e revolucionário brasileiro Miguel Costa.

Fonte: Bolg Dinomar Miranda

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Passeio Ciclístico entre Campos Belos (Go) e Lavandeira (To)


18 de junho de 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Abaixo assinado eletrônico Lombadas na GO-118

Rotary Club de Campos Belos (GO) encampa campanha para lombadas no perímetro urbano da GO-118



O Rotary Club de Campos Belos tomou uma bela iniciativa em benefício da comunidade de Campos Belos, localizada no nordeste de Goiás.

Segundo o secretário da entidade, Francisco Torcate, frequentemente os moradores da cidade tem se deparado com acidentes de trânsito, inclusive com mortes, no perímetro urbano da GO-118. 

Por isso, o Rotary Club enviou ofício à AGETOP (Agência Goiana de Transporte e Obras) solicitando a instalação de redutores de velocidade, as conhecidas lombadas, na rodovia.

Como não obteve retorno, o secretário encaminhou o mesmo ofício, de forma eletrônica, para a Ouvidoria do Governo de Goiás e apenas recebeu o retorno de que seria enviado uma equipe para fazer uma inspeção no local.

Assim,  a entidade resolveu solicitar apoio popular para mostrar que a solicitação é imprescindível para a cidade. 

A ideia é recolher o máximo de assinatura online e enviar à AGETOP. 

Em Campos Belos tem placas de lombadas em todo o trecho da rodovia estadual, mas nenhum quebra-mola de fato. 

"Precisamos de mais segurança. Pedimos seu apoio na divulgação desta petição pública online para que todos percebam que a população de Campos Belos não quer ser lembrada apenas em anos eleitorais, mas no seu dia a dia", disse.

O link para a petição on line está também disponibilizado no site do Rotary Club de Campos Belos e nos perfis da entidade no Facebook e Twitter. 


terça-feira, 22 de março de 2016

José Padilha e a corrupção no Brasil

Qual a explicação psicanalítica para tantos artistas e intelectuais não aceitarem as evidências contra Lula e o PT? O cineasta José Padilha explica



O cineasta carioca José Padilha, de 48 anos, tem se dedicado a expor a violência e o crime que permeiam a sociedade brasileira. 

Foi o que fez no documentário Ônibus 174 e nos dois Tropa de Elite, fenômenos de bilheteria que consagraram um anti-herói nacional, o Capitão Nascimento. 

Também responsável pela série Narcos, do Netflix, Padilha vive nos Estados Unidos com a mulher e o filho de 12 anos. 

E anda atento a outra modalidade de crime bem conhecida dos brasileiros: a corrupção. 

Ele anuncia que um de seus próximos trabalhos para a TV internacional será sobre a Operação Lava-Jato. Por telefone, falou do projeto e dos escândalos que o inspiraram.

Como será sua série de TV sobre a Operação Lava-Jato?

O objetivo é narrar a operação policial em si e mostrar inúmeros detalhes esclarecedores que a própria imprensa desconhece. 

Como se trata de um projeto bancado por dinheiro internacional, o título será em inglês. Estamos chamando a série provisoriamente de Jet Wash. Mas o escândalo oferece tantas possibilidades de título que é até difícil escolher. 

Poderia ser Solaris, não? O senhor tem estudado escândalos como o mensalão e o petrolão?

Conheço os dois a fundo. Li grande parte das sentenças do STF no julgamento do mensalão. E também conheço bem o petrolão, pois comprei os direitos de um livro ainda inédito que traz entrevistas até com envolvidos que estão na cadeia - a obra será uma das bases da série. 

Após uma leitura atenta dos fatos, não dá para ignorar que o PT e as empreiteiras montaram uma quadrilha para lesar os cofres públicos, sim. 

Também não dá para fingir que a campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff não foi irrigada com dinheiro da corrupção. Sejamos francos: é bem provável que outras campanhas tenham sido irrigadas também.

O que a futura série dirá sobre a tese tão alardeada pelo PT de que a Lava-­Jato tem viés político?

Não tem viés político nenhum. É uma operação policial, ponto. Para entender o que está ocorrendo hoje no Brasil, é preciso tirar a cortina de fumaça que nubla os fatos. Existem três processos históricos distintos andando em paralelo e se retroalimentando. 

A combinação de mal-estar com a economia, revelações da Lava-Jato e a atuação de uma imprensa livre e combativa. Tudo isso produziu algo inédito no país: o andar de cima ficou vulnerável à aplicação da lei. É o que está acontecendo de concreto. 

Em torno disso, tem muita espuma: a tentativa de transformar um fenômeno de natureza policial e legal num embate político. Toda vez que alguém fala dos indícios avassaladores contra Lula, um petista diz que o PSDB também rouba. Tenta-se transformar tudo numa questão ideológica. Mas tudo é caso de polícia.

No que a corrupção do governo petista se diferencia da que se via antes?

A política no Brasil - nas esferas municipal, estadual e federal - sempre funcionou assim: os partidos elegem seus representantes e indicam pessoas para cargos-chave com poder de contratar serviços públicos. 

Depois, superfaturam as obras e embolsam um pedaço do dinheiro, que vai para pessoas físicas e o financiamento de campanhas. O PT fez isso em volumes muito maiores - vide a compra da Refinaria de Pasadena. 

E o caso do PT também é pior porque o roubo sistêmico se soma a um enorme cinismo. 

Lula, antes, fazia o discurso da ética e da moralidade. Mas, quando chegou ao poder, não só montou seu esquema como levou ao limite da sustentabilidade o assalto a empresas estatais e órgãos públicos. 

Um político assim só poderia chamar para si mais ódio do que os outros, obviamente.

Qual seria a melhor saída para a crise política desencadeada pelo petrolão?

Minha preferência, como brasileiro, seria a cassação da chapa Dilma-­Temer no TSE. Se o TSE tivesse a coragem de olhar para as campanhas e impugnar as chapas que receberam recursos ilícitos, tenho a impressão de que não sobraria nenhuma chapa relevante. Uma nova eleição seria o melhor caminho para o Brasil. Mas não me parece que vá acontecer. Há muita ingerência política no TSE.

Num artigo recente, o senhor encontra uma explicação psicanalítica para tantos artistas e intelectuais não aceitarem as evidências contra Lula e o PT. Por que essas pessoas vivem, como o senhor diz, em negação?

É um fenômeno psicológico que foi primeiro estudado pela psicanálise, por Freud e sua filha Anna. 

Quando você constrói uma imagem pública em torno de uma ideologia e assume publicamente posturas a favor de determinado grupo político - vai ao programa eleitoral do PT, abraça o Lula, faz campanha para a Dilma - e depois descobre que estava errado, há duas opções: aceitar seu erro ou fingir que nada aconteceu. 

A maioria dos artistas e intelectuais preferiu fingir que nada de errado está ocorrendo com o partido e seus dirigentes. 

É um mecanismo de defesa psicológica. Meus amigos são cineastas, atores e escritores, muita gente da esquerda, enfim. E decidi alertá-los: camaradas, acordem. Se vocês valorizam suas crenças, afastem-se do Lula. No momento, curiosamente, já detecto que a negação passou para outro patamar.

Qual seria?

Cada vez há menos negação total. Agora, quando confrontados com o erro que foi acreditar que o PT é um partido e não uma quadrilha, os artistas e intelectuais apelam para dois subterfúgios. 

O primeiro é afirmar que a presidente Dilma não roubou "como pessoa física", embora seja evidente que a campanha eleitoral da Dilma foi beneficiada por um propinoduto - disso a Lava-Jato não deixa a menor dúvida. Embora seja grave roubar para si próprio, é ainda pior roubar para fraudar o processo democrático.

Fonte: Veja... A íntegra da entrevista está nas páginas amarelas da Veja desta Semana. 

quinta-feira, 3 de março de 2016

IFGoiano Câmpus Campos Belos participa da Mobilização Nacional da Educação em combate ao mosquito Aedes Aegypti.

E está prevista uma grande ação para o dia 04 de março. 
Na sexta-feira, 19, instituições representativas de todos os níveis de ensino participam da Mobilização Nacional da Educação em que estudantes e profissionais da área unem esforços para o combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti. 
Além de buscar a mudança de atitude com a promoção de ações educativas, a iniciativa tem o objetivo de intensificar o controle e a prevenção de criadouros do mosquito com vistorias e recolhimento de materiais que possam acumular água parada nas dependências e proximidades das unidades das redes municipal, estadual e federal de Educação. Entre as ações específicas do IF Goiano para o dia 19 estão a mobilização de servidores e alunos para orientações de combate ao mosquito, distribuição de material educativo em parceria com as secretarias municipais e estadual de saúde e vistoria e limpeza dos ambientes internos e imediações das unidades. 
E nós não poderíamos ficar fora da Campanha. O IF Goiano - Câmpus Campos Belos aderiu a Mobilização Nacional da Educação - MEC contra a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, nesta sexta-feira, 19, às 9 horas, por meio de uma grande mobilização de servidores e alunos com palestras e ações educativas nas instalações do Câmpus Campos Belos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social e Eventos - Câmpus Campos Belos

Polícia Militar em Arraias (TO) prende traficante após denúncia anônima.


Na tarde desta terça-feira, 01, a Polícia Militar em Arraias, sudeste do Tocantins, prendeu um homem, acusado de tráfico de entorpecentes. 

Por meio de denúncia, os militares receberam a informação de que o entorpecente estaria sendo trazido de Campos Belos (Goiás).   

Os policiais foram até a rodovia TO-050 e fizeram a interceptação de um veículo Santana, cor prata. 

No entanto, o motorista demorou a obedecer a ordem de parada, só estacionando o carro alguns metros depois. 

O carona conseguiu abrir a porta e correr para o mato com a sacola contendo a droga.   

Os militares tentaram impedi-lo, fazendo com o que autor jogasse a sacola no chão e fugisse pelo matagal. 

O outro acusado foi detido e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o entorpecente apreendido, sendo 1,5 quilo de maconha e 305 gramas de crack, e uma balança de precisão.  

O homem preso é um velho conhecido da Polícia de Arraias. 

Com informações da Polícia Militar

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Estudantes Kalungas ganham bicicletas para facilitar o acesso as aulas na comunidade

                     Estudantes Kalungas 


Uma ideia inovadora para ajudar o próximo. Assim se resume o projeto De Bike pra Escola. 

O objetivo é arrecadar 120 bicicletas para crianças e adolescentes que vivem na comunidade Vão de Almas, que faz parte do território Calunga, em Cavalcante, no Nordeste de Goiás.

Tudo começou quando a estudante Carla Marinho, de 23 anos, que nasceu em Goiânia e atualmente mora na cidade de São Paulo, assistiu, em agosto do ano passado, a uma reportagem da TV Globo que mostrava a dificuldade de crianças de várias partes do País com transporte escolar.

As crianças do Vão de Almas estavam na reportagem, que contava que elas acordam às 4 horas da manhã e andam, na maioria das vezes sem tomar café, mais de 14 quilômetros para irem e voltarem da escola. 

Em novembro veio ideia do projeto.

Ao contar para as colegas do cursinho pré-vestibular Maria Lívia, de 20 anos, e Amanda Letícia, de 23, a situação dos meninos, as três criaram a campanha de arrecadação de bicicletas. Elas já eram engajadas em outros projetos sociais na capital paulista.

“Entramos em contato com o Ministério Público na cidade, que contou que o ônibus escolar não atende todas as crianças. A promotora Úrsula Catarina já tinha tentado obter as bicicletas pelo Estado, mas não conseguiu”, relatou Carla, que é sobrinha de Úrsula.

Fonte: O Popular

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Ossos achados em Combinado - Tocantins passam de mil anos afirma Iphan



Finalmente, depois de muito tempo, começa-se a dar valor aos restos humanos, provavelmente de índios, achados na cidade de Combinado, sudeste do Tocantins. 

Nós publicamos o achado em dezembro do ano passado.

Hoje a TV Anhanguera, de Palmas, entrevistou os dois arqueólogos dos Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Eles confirmaram que as ossadas achadas dentro de potes de barros são de índios e que podem superar mil anos.
 
Fonte: G1.to

sábado, 16 de janeiro de 2016

Violência em Campos Belos - Goiás não dá trégua

Homem que matou padre é alvo de atentado em Campos Belos (GO). Ele levou quatro tiros na porta do presídio


Hoje, em mais uma embosca, disparos de ao menos sete tiros assustaram a comunidade, principalmente os moradores da Rua Sete de Setembro.

Era por volta das seis horas da manhã desta sexta-feira (15), quando o detento Fagner dos Santos Lopes, 31 anos, assassino confesso do Padre Rubens Almeida Gonçalves, saía da unidade prisional de Campos Belos, no centro da cidade, quando foi alvo de um atentado contra a sua vida. 

Um homem, que estava de espreita na saída da cadeia, nem ao menos esperou o detento sair do portão do presídio e disparou diversas vezes contra ele.

O detento caiu entre a calçada do portão e um veículo preto que estava estacionado na porta da cadeia pública municipal.

Fagner Lopes levou quatro tiros, um deles no pescoço; foi socorrido ao hospital municipal e depois transferido para um hospital de Brasília. 

Enfermeiros do hospital disseram que antes da transferência, seu estado de saúde era estável e falava com os médicos.

Ele foi condenado pela justiça criminal a 19 anos de reclusão, em regime fechado, por ter assassinado friamente e por motivo fútil, o pároco de Campos Belos, Padre Rubens Almeida Gonçalves, em 2010.

Há cerca de um mês, o detento recebeu o benefício da progressão da pena, após cinco anos preso, e passou a cumprir a pena em regime semi aberto, com autorização para trabalhar fora e voltar para pernoitar na cadeia.  

A polícia já investiga o caso. 

Câmeras de segurança, instaladas na frente do presídio e em um estabelecimento comercial próximo, indicaram que uma segunda pessoa, a bordo de uma motocicleta, deu apoio ao homem que fez os disparos. 

Segundo uma fonte oficial, o veículo que deu guarida ao criminoso ficou estacionado ao lado de um casa que comercializa carnes, na Rua Temístocles Rocha, que cruza a Sete de Setembro.  

Os dois possíveis autores da tentativa de homicídio estão foragidos e a polícia investiga o caso. 


Fonte: Blog Dinomar Miranda

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O Goiano Wendell Lira leva o grande prêmio Puskas de gol mais bonito de 2015

O goiano Wendell Lira está marcado na história do futebol mundial como o autor do gol mais bonito do mundo na temporada 2014/2015. 

O jogador de 27 anos superou o argentino Lionel Messi, do Barcelona, e o italiano Alessandro Florenzi e levou a pintura que fez pelo Goianésia, em março de 2015, no Campeonato Goiano, ao topo. É o vencedor do Prêmio Puskas.

Muito emocionado, o jogador subiu ao palco da festa de gala da Bola de Ouro, em Zurique, na Suíça. 

"Poder estar aqui conhecendo grandes jogadores, que eu conhecia só de videogame e hoje estou aqui conhecendo pessoalmente." O jogador também usou uma passagem bíblica em seu discurso.

Foram 1,6 milhões de votos. Wendell Lira teve 46,7%, Lionel Messi, 33,3%, e Alessandro Florenzi, 7,1% dos votos. Wendell é o segundo brasileiro a vencer o prêmio, que Neymar levou em 2011.

 
Texto: O Popular

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Segundo maior prêmio da Mega saiu para doze "sortudos" em Campos Belos - Goiás

  Dos doze prováveis ganhadores da Mega-sena em Campos Belos (GO), dois já receberam


 Em Campos Belos, apenas dois apostadores que participaram de um bolão de 12 cotas resgataram o prêmio até agora.

Em Goiás, cada um dos 12 apostadores ficará com R$ 8,2 milhões, caso dividam o prêmio em cotas iguais.

Outras 244 apostas acertaram cinco dezenas e vão levar, cada uma, R$ 21.377,77. Além disso, 13.112 apostas acertaram a quadra. Cada bilhete vai receber R$ 568,30.

Fonte: G1

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Bloqueio ao WhatsApp tem como pivô homem que foi solto pelo STF há um mês

Bloqueio do WhatsApp " será uma retaliação?"


O processo que bloqueou o WhatsApp por 48 horas investiga um homem que foi preso pela Polícia Civil de São Paulo em 2013, acusado de latrocínio, tráfico de drogas e associação ao Primeiro Comando da Capital (PCC). 

Em novembro deste ano, depois de ficar preso preventivamente por dois anos, ele foi solto pelo Supremo Tribunal Federal, em Habeas Corpus.

A decisão do Supremo se deu por excesso de prazo. Acusado de trazer cocaína da Colômbia e maconha do Paraguai, o homem teve sua prisão preventiva decretada em outubro de 2013, mas a sentença de primeira instância foi prolatada somente em novembro de 2015. 

Condenado a 15 anos e dois meses de prisão, teve o direito de responder em liberdade reconhecido pelo STF, até o trânsito em julgado do processo.

A decisão que determinou sua soltura observa que ele deveria permanecer no endereço indicado ao juízo, informando eventual transferência e atendendo aos chamamentos judiciais.

E foi em investigações envolvendo esse homem que a Justiça solicitou ao Facebook, que é dono do WhatsApp, informações e dados de usuários do aplicativo. 

Como a empresa não atendeu aos pedidos, a 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo determinou que as operadoras de telecomunicações bloqueiem  os serviços do aplicativo de mensagens WhatsApp em todo o Brasil por 48 horas.

Fonte: Conjur

Justiça determina bloqueio do WhatsApp em todo Brasil por 48 horas



Operadoras de telefonia celular do Brasil receberam, nesta quarta-feira (16), uma determinação judicial para bloquear o aplicativo WhatsApp em todo o território nacional por 48 horas.
A medida passará a valer a partir das 0h de quinta-feira (17). As empresas informaram por meio do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) que acatarão a decisão.
O pedido foi determinado sob pena de multa pela Justiça de São Paulo e seu autor está sendo mantido em sigilo. Em fevereiro deste ano, a Justiça de Teresina, no Piauí, já havia determinado que todas as companhias suspendessem o funcionamento do aplicativo. Na época, o pedido foi recusado e o serviço voltou ao normal pouco depois.
As operadores de telefonia já vêm alertando o governo sobre a necessidade urgente de regulamentar o aplicativo, que faz chamadas de voz via internet.Para elas, este é um serviço de telecomunicações e não poderia ser prestado pelo aplicativo e outros do mesmo tipo.
Amos Genish., presidente da operadora Vivo, deixou bem clara a sua opinião de que o aplicativo é uma “pirataria pura”, devido ao fato de, segundo ele, funcionar como uma operadora no Brasil mas que não conta com regras regulatórias, fiscais e jurídicas. Ou seja, uma operadora sem licença.
Segundo Genish, as operadoras do Brasil precisam de licenças e autorizações que são concedidas e reguladas pela Anatel para funcionarem no país, enquanto o Whatsapp funciona como uma operadora mas está “isento” dessas burocracias.
Outros tipos de aplicativos com a mesma proposta como o iMessenger da Apple também não foram poupados pelo presidente da Vivo, que afirmou que eles utilizam dos números das operadoras para mandar mensagens de forma gratuita e agora inclusive para fazer ligações.
Fonte:Jornal Folha de S. Paulo

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Município de Campos Belos (GO) tem de indenizar em R$ 500 mil servidor que se queimou com piche



O juiz Hamilton Gomes Carneiro condenou o Município de Campos Belos ao pagamento de R$ 500 mil a título de indenização por danos moral e estético ao ex-secretário de Infraestrutura e Transportes Gilene de Souza Barbosa, de 44 anos, que teve 58% do corpo queimado.

A sentença foi proferida durante os trabalhos do Programa Justiça Ativa na comarca, realizado de 1º a 4 de dezembro.

Conforme os autos, no dia 3 de dezembro de 2010, por volta das 15 horas, ao desempenhar regularmente sua função de fiscalizar as obras de pavimentação asfáltica numa rua da cidade, ocorreu uma explosão no tanque do espargidor do caminhão, lançando piche com fogo, atingindo todo o seu corpo, ocasionando gravíssimas queimaduras de 1º, 2º e 3º graus em praticamente todo o corpo.

Durante audiência, muito emocionado ao relembrar o acidente, o servidor público municipal contou ao juiz que a explosão foi muito rápida e quando deu por si, já estava todo tomado em chamas. 

“Me lembro que estava próximo ao tanque carregado com óleo diesel e ar-comprimido que serve para aquecer o produto asfáltico que é jogado no chão quando, de repente, senti um baque no meu braço esquerdo e caí mais ou menos a cinco metros de distância. 

Foi uma loucura! Os trabalhadores que estavam na obra tentando apagar o fogo, tentando tirar minhas roupas e eu, meus sapatos”, relatou.

Lesões profundas

De acordo com os laudos médicos, ele ficou com 58% do seu corpo queimado, com lesões profundas, as quais evoluíram em quadro de infeção grave, resultando em um crítico período de internação, que totalizou 60 dias. 

“Aqui em Campos Belos recebi os primeiros socorros, por sinal, elogiado pelos médicos de Brasília, onde fiquei 90 dias, sendo 60 entre unidade de terapia intensiva (UTI) e um quarto de um hospital”, afirmou Gilene Barbosa, lembrando que pegou um infeção hospitalar, tratada com antibiótico importado. Segundo ele, foram momentos difíceis: 

“O meu braço esquerdo ficou no puro carvão. A carne foi consumida pelo fogo e quando cheguei a Brasília o médico pensou até em amputá-lo.

Como Deus é grande, no segundo momento de avaliação, consegui mexer com o braço e ele está aí. 

Ganhou implante de pele retirado de minhas costas e barriga e ainda vou ter de fazer cirurgias para recuperação da mão. Ele chorou de emoção quando uma testemunha disse que quando ele saiu para buscar tratamento ficou sabendo que ele poderia amputar o braço. Também a sua perna esquerda passou por um enxerto.

Sempre de cabeça baixa e segurando o choro, o servidor disse que era horrível quando ia fazer os curativos, mesmo tomando remédios para dor, associado com morfina. “Saía de casa andando a pé para o hospital e voltava carregado por familiares e amigos de tanta dor”.

As suas queimaduras foram mais acentuadas nos braços e nas duas pernas, principalmente do joelho para baixo. No entanto, seu abdome e costas estão com imensas cicatrizes, pela retirada de pele para os enxertos a que se submeteu.

Para o juiz Hamilton Carneiro, restou caracterizada a responsabilidade do município em indenizar o autor em R$ 250 mil, por danos estéticos, e mesmo valor para os danos morais. 

Conforme explicou, segundo orientação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), “é possível a cumulação de indenização por danos estético e moral, ainda que derivados de um mesmo fato, mas desde que um dano e outro possam ser reconhecidos autonomamente, ou seja, devem ser passíves de identificação em separado”.

Segundo ele, “no caso em exame, o dano estético, distinto do dano moral, corresponde à alteração morfológica corporal do autor, oriunda das queimaduras decorrentes do acidente sofrido com a explosão do caminhão de piche; enquanto que o dano moral corresponde ao sofrimento mental- dor da alma, constrangimento, aflição e angústia a que a vítima foi submetida”.

Abalo emocional e psicológico

Sobre a sua vida após o acidente, Gilene Barbosa afirmou que houve um grande abalo emocional e psicológico, visto que, apesar de o acidente não lhe ter incapacitado totalmente, lhe provocou muitos danos, morais e estéticos, de caráter irreversível, lesionando, assim, sua autoestima. 

“Não posso mais pescar por causa do sol, pois a minha pele está muito sensível e hoje sou dependente de protetor solar de fator alto. 

Também não posso mais ir ao clube, nadar na piscina, porque fico com vergonha de colocar um short de banho por conta de minhas cicatrizes ocasionadas pelas queimaduras e pela retirada de pele para os enxertos; Não pratico mais o tanto de modalidades esportivas a que era acostumado e me sinto muito mal quando chego num lugar e as pessoas ficam me olhando”.

Funcionário efetivo da prefeitura de Campos Belos, desde 2005, ele voltou a trabalhar recentemente, em serviços internos. Ele ainda necessita de acompanhamento médico multidisciplinar e precisa de várias cirurgias estéticas.

Fonte: TJGO

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Documentário sobre a História do Colégio Mariano Barbosa Junior

O lançamento dos vídeos produzidos por professores e alunos será realizada na abertura do Ciclo de Debates Culturais no dia 01 de dezembro no Câmpus Campos Belos. Todos são convidados.
O projeto de extensão "Escola e Claquete: produção audiovisual nas escolas de Campos Belos", em parceria com o Colégio Estadual Mariano Barbosa, realizou, entre os meses de agosto e novembro de 2015, um minicurso voltado para a produção audiovisual escolar, envolvendo três professores (Salviano Gonçalves dos Santos, Raphael de Paiva e Maristela Gomes) e cerca de 40 alunos do 7º e 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º ano do Ensino Médio. Eles puderam ter contato com principais etapas de produção da linguagem audiovisual (roteiro, filmagem, produção e montagem) e realizaram experiências de produção audiovisual.

Inicialmente, os professores contaram com uma formação realizada no Câmpus Campos Belos no dia 31 de agosto de 2015. Em seguida, as atividades se concentraram no Colégio Mariano Barbosa, com a realização de aulas, palestras, entrevistas e atividades de filmagem com alunos e professores.

Ao longo do projeto foram realizados dois vídeos. Uma videoaula sobre os circuitos elétricos, explorando as aprendizagens obtidas nas aulas de Ciências. E um vídeo sobre a História do colégio e de Campos Belos, mesclando ficção e documentário. Na parte ficcional, os alunos interpretam a narrativa de um menino que está fora da escola, em uma situação de vulnerabilidade social. O menino é resgatado pelos alunos e convidado a conhecer as atividades do colégio. Ele é convencido a estudar depois de acompanhar depoimentos e entrevistas sobre a História da cidade e sobre as várias atividades realizadas no ambiente escolar.
O projeto pretende fomentar a, ainda pouco presente, produção da linguagem audiovisual nas escolas públicas. Com o fazer audiovisual, o aluno é convidado a sair da posição de espectador e a se apropriar dos recursos audiovisuais para construir um olhar próprio sobre os conteúdos curriculares e sobre a sua realidade social e cultural. O projeto foi idealizado pelo professor Thiago de Faria e Silva.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social e Eventos - Câmpus Campos Belos